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Archive for Junho, 2009

Imagem Retirada do Google.com

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Tentei encontrar algum assunto para escrever que não se relaciona-se com este tufão voraz que se arrasta por minha vida. Não consegui. Tudo em minha rotina está simplesmente se deslocando ao meu redor em um círculo pertubador de dúvidas, medos, mistérios e uma forte dose de “o que será agora?”.

Acordar ficou mais fácil quando dormir tornou-se uma luta entre pensamentos, insegurança e preces. Momentos de tensão que pairam sobre uma vida (ou ao menos uma boa parte do seu futuro) destróem calma e facilmente os planos e levam em seus passos o ânimo, a confiança que era alimentada, consumada e renovada, e, que hoje está estagnada.

Porém, mesmo com todo esse alvoroço em minha vida, acredito piamente que trata-se de trasnformações e nada mais. Não consigo comparar tal momento como uma “tragédia teatral” ou algo similar. Digo mais: não importa o quanto meus planos tenham sido desviados (ou até mesmo extintos), isso não faz dos meus objetivos e sonhos pontos inalcançáveis em algum lugar para onde não mais existem estradas. Nada disso. Durante boa parte da minha vida trilhei caminhos que eu mesmo construí e não será agora que deixarei um tufão, aparentemente forte e devastador, tirar o chão dos meus pés. Basta o que já foi arrancado e destruído.

Não é uma questão de simplesmente “agir”, mas também de reagir e não se deixar abater. Mesmo com dúvidas, medos e mistérios circundando minha mente eu não serei covarde o suficiente para desistir do que quero e entregar os pontos que conquistei. Será preciso muito mais do que um tufão de imprevistos para abater o vendaval que alimenta a sede de conquista da minha alma.


Michel Carvalho

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Parece um “castigo” ou, quem sabe, uma dose de “tava bom demais pra ser verdade” quando todos aqueles planos que com cuidado e precisão você arquitetou para a sua vida começam a percorrer um caminho fora da trilha minuciosamente construída. Tudo, de forma repentina, torna-se sem sentido. Os planos já não são mais perfeitos ou eficazes (alguma vez foram?) e os objetivos, por algum motivo, se distanciam das suas convicções.

Mas… (sempre haverá um “mas”)

… nem tudo está perdido, talvez nada tenha se perdido, apenas tenha se tornado mais complexo, mais trabalhoso de se obter. Sim, o seu mundo virou de pernas pro ar, seus planos foram interrompidos, quem sabe vencidos, mas seus sonhos continuam lá, em algum lugar, e o caminho a percorrer nem sempre será uma linha reta, direta e rápida. Existem curvas, retornos… lombadas. E quer saber? A vida torna-se mais saborosa desta forma. Não teria graça se não houvessem riscos.

Não tem problema se estava bom demais para ser verdade, pois ainda sim não trata-se de uma mentira, de uma ilusão. Planos são apenas um traçado de expectativas; um rabisco imperfeito de algo que imaginamos poder ser o melhor. Enfim, planos são apenas planos e nada mais.

Importante é fazer; construir; agir; realizar. Planejar pode ser aconselhável, mas executar (ainda que não haja planos) me parece ser fundamental.

Acredito que para tudo há um propósito e estou tentando entender o meu.

E…

… Se estava bom demais para ser verdade, vou fazer com que não seja ruim demais a ponto de não poder ser possível.

Michel Carvalho.

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Papo de Boteco

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Qual mulher nunca se perguntou o que os homens possivelmente falam quando se reúnem para irem conversar em um barzinho?

Então, expondo pela primeira vez um pouco desse mistério, reproduziremos um dialogo entre dois amigos que se reuném em torno de uma mesa na companhia de geladas garrafas de cerveja para brindar a vida, esteja ela boa ou nem tão boa, e falar das mulheres, de suas mulheres e de, quem sabe, suas futuras mulheres.

Essa é mais uma das conversas extremamente técnicas para que vocês, obtusas mulheres, [des]entendam ainda mais o inexplorável universo masculino.


Chegou antes de mim? Deve estar com sede. Que tal sentarmos na área descoberta?

– Sim, vamos lá para fora, gosto de ver pessoas passando.

– Ok. Peço uma gelada e uma porção de calabresa?

-Calabresa? Você não é de comer calabresa, mas eu topo, pode mandar vir também. Afinal os gostos vão mudando durante o passar do tempo né?

– Com certeza! Garçom? Por favor, uma cerveja e uma porção de calabresa no capricho. Hoje eu e meu amigo vamos encher a cara e falar de mulheres.

– Mulheres, as criaturas mais complicadas e belas que já conheci nessa vida. E olha que não sou tão velho assim hein?

– É “vero” meu amigo. Mas que graça elas teriam se fossem simples a ponto de descobrirmos seus mecanismos em poucas semanas? Essa é a graça, termos sempre onde “fuçar”, o que descobrir e o que provocar nelas, verdadeiros vulcões em intensa atividade.

– Bota vulcão nisso cara. Conheci uma em ponto de erupção na semana passada e olha que está me dando um trabalho do caramba fugir de seu magma cada vez mais quente. Mas mesmo sendo de mecanismos complicados como você falou, se fosse diferente não iria ter a graça que o desafio proporciona. Eu adoro desafios.

– Ah, os desafios! Nada mais empolgante do que o desafio do sexo oposto. Um jogo de sedução e conquista com um pouco de toleráveis mentiras, digo, omissões. Acho que eu e você somos verdadeiros caçadores de desafios da pele, do desejo, do prazer… Embora nossos desafios sejam passageiros e, depois de conquistados, tornam-se apenas troféus e vamos  atrás de novas parceiras de jogo.

– E assim vamos levando, tentando compreender e surpreender. Sempre com nossas ‘omissões’ meu amigo, ‘omissões’, nunca mentiras. E admito, já fui um melhor caçador em tempos remotos. E no fim das contas acabamos surpresos pelo tão notável ‘produto’ que lidamos – que diga-se de passagem é altamente inflamável.

– Sim, omissões. Mentira é uma palavra muito forte para se usar quando tudo não passa de um jogo insano de “viva e deixe morrer”. Elas não querem nossas verdades que apagam e esfriam, querem a nossa parte fictícia, a que criamos para botá-las a um passo da combustão por completo. Se for pra botar fogo, então que seja com classe e estilo. É isso que na verdade elas querem e buscam. Subir pelas paredes soltando faíscas e descerem aliviadas, saciadas em um pouso suave.

– Sim! Mentira é uma palavra muito forte até mesmo para nós. Por acaso já ouviu falar na estória do “você quer a verdade ou quer continuar a ser feliz?”

É a estória típica de uma mulher muito bem casada com um magnata que por um acaso um dia é pego a traindo. Questionado sobre a traição ele calmamente vira e faz a pergunta para a mulher que está totalmente revoltada: “Olha, você tem uma casa enorme, vive bem, faz viagens, não se preocupa com o tempo e com diversas situações. Tem seu carro. E acima de tudo tem status, então você quer a verdade ou quer continuar a ser ‘feliz’?”

– Sim, já usei muito desse bordão (não no caso de ser pego em traições, mas em outros diversos casos) e quando elas possuem na mão um copo de Tequila e na mente uma noite sem limites e uma vida sem restrições acabam por optar a felicidade que advém de nossas omissões e traições.

– O mundo todo é assim, mascarado, feio, egoísta. Todos chegamos a um bom senso de que é melhor viver na ficção, o sexo frágil já não é tão mais frágil como antigamente. Mas continuamos a ser o super-herói por trás das máscaras extravagantes da vida. E no fundo elas gostam disso. O que não é tão ruim pra gente.

– Concordo, mas estou mais para o vilão desprovido de armas, mas equipado com as artimanhas da persuasão. Faço de mim um convite para o pecado e mascaro o mundo egoísta e sujo com uma paisagem ilusória que a faz pensar que comigo é melhor. De fato é, mas não é diferente. Porém, confesso que queria ser o herói, só que também gostaria de acreditar que ainda existem mocinhas!

– Ai você já está pedindo demais não está não? Heróis e vilões, mundo cruel e etc.. – Mais mocinhas? Daqui a pouco você também vai falar que acredita em Papai Noel e coelho da páscoa. Pede outra cerveja ai que eu acho que o nosso ‘ar criativo’ já esta acabando.

– Na verdade eu acredito, nesse mundo de homem e mulher, que ele é a droga viciante e ela a usuária que resiste até o ultimo segundo, mas é sempre vencida – naquela noite – pois depois procura novos tipos de êxtase. Então pergunto: somos a droga ou uma droga?

– Acho que somos a droga e também uma droga. Esse é o ‘x’ da questão. Somos usados e usamos. Mais no fundo no fundo, eu também acredito nas mocinhas, só não as achei ainda e não sei se tenho cacife pra ser ‘O Cara’.

Mas acho muito bom elas não ouvirem essa nossa conversa, que no final das contas está nos colocando no nível delas.

– Tenho encarado a vida como uma equação, sempre buscando o valor da incógnita, solucionando os deltas, mas estou longe da ultima linha. É por isso que bebo e que me torno insano, para que nem tudo seja real e delírios me ajudem a não mais me entender. Digamos que o entendimento que tenho de mim mesmo é o de que estou pagando meus pecados e mesmo assim continuo pecando ainda mais, pois isso me atrai.

Garçom, uma garrafa de Blue Label e uma lata de Red Bull, por favor.

– Cara, a vida não foi feita  para ser entendida, ou mesmo calculada. Afinal nunca fomos muito bons nessa matéria. Ela simplesmente foi feita para ser levada, e intensificada, a magia esta ao redor, nos pequenos detalhes, nas primárias funções. É por isso que bebemos e NOS tornamos insanos. Pra entender o significado? Pra fazer valer a diferença? Para nos adequarmos ao mundo real? Na verdade tudo não passa de pontos e pontos. A vida é uma grande estrada cheia de pedras das quais nos deparamos, ou tropeçamos e caímos ou então fazemos nossos castelos com elas. De qualquer modo é uma questão de opção. To indo no banheiro, deixa uma dose pra mim.


Autores:

Michel Carvalho falas destacadas em azul.

Vitor Azevedo – falas destacadas em verde.

* P.S.: As falas são ficções e não advindas de um dialogo existente entre os autores, mas expressam uma grande de parte dos pensamentos de muitos homens, quer eles admitao ou não.

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Um dia foi meu, em outros tempos me esqueceu. Várias vezes sonhei, mas jamais imaginei que passados pudessem se tornar presentes.

Esse presente chegou e tudo voltou a ser meu, a vida adquiriu outro sentido e o dia parecia ser, estranhamente, o mais lindo que já havia algum dia vivido. Frases corriam suavemente a todos os dias, elogios se tornaram o combustível para percorrer todos os instantes da vida (parecia não mais existir problemas sem soluções).

As 24 horas do dia se tornaram poucas e breves para sentir por completo o quanto é bom ser feliz. Pequenos gestos se tornaram a mais inquestionável razão para viver, rir, cantar sozinha, se sentir, finalmente, em total sintonia com a felicidade, esta que era incomparável a qualquer uma já sentida (ou sonhada).

Mas opa, ACABOU!

Por que acabou?

Pergunta sem resposta? Ou um passado que se tornou presente e rapidamente transformou-se em algo passageiro? Que passado é esse que se acha no direito de reviver sonhos, proporcionar felicidade, deixar cicatriz e fingir-se de passageiro em um lugar que sempre esteve reservado para ser eterno e nunca aberto à troca, venda, aluguel ou se quer um empréstimo?

Onde acabou? O que faltou?

Por que voltou? Por que foi embora?

As lindas frases, as loucas vontades, os grandes desejos, os riscos que valiam a pena, os devaneios sem medo, por que, na verdade, o que sempre foi (e vai continuar sendo) importante é o desejo que nos devora por dentro sem nenhum remendo, sem consequências. Na realidade, no fim sempre se teve cuidados para que o nosso passado (que até pouco tempo era novamente o nosso presente), não fosse uma notícia bombástica ou se quer um breve comentário.

Para todas as horas sempre houve um jeito, alguma forma, desculpas, escapadas, independente do dia ou do momento. Mas, de repente, a desculpa se tornou difícil, a forma já não era válida, a escapada se tornou impossível e o jeito já não era mais eficaz.

O que fui para o passado? Um objeto, um passatempo, algo que pode ser utilizado a qualquer momento ou será que fui uma espécie de última opção e, consequentemente, algo difícil de suportar depois da necessidade superada?

O passado não sabe o que são sentimentos, nem se quer consegue ser humilde, apenas tem certeza de que pode voltar quando quiser e ir embora quando não mais precisar de você (justamente quando mais precisamos dele).

Existe alguma substância que te traz e te leva, mas que sempre deixa vestígios de sua passagem e, que mesmo com qualquer tipo de consequência, deixa sempre no ar a vontade de recomeçar e de ter nem que seja os farelos de você (meu passado).

Cenas vão e vêmsem o mínimo de controle sob a mente. Lembranças que, mesmo se pudessem ser guardadas em um cofre, ultrapassariam facilmente qualquer material de aço ou maior consistência.

Momentos marcantes e inesquecíveis que somente “você” e o “passado” sabem, na verdade, o quanto e até que ponto a felicidade pode chegar. Era inimaginável que o passado pudesse fazer a felicidade do presente, mas também inesplicável como a consequência poderia ser tão destrutiva. Mas nunca vai haver destruição que acabe com as lembranças mais incríveis, mais lindas, mais gostosas, mais inesplicáveis, surpreendentes e tão vivas.

Pra você, passado, eu só posso dizer que fostes tudo que imaginei e também foi muito mais do que sonhei.

Algo me diz que você, meu passado, estará sempre fazendo parte do meu presente independende de qual seja a situação.

Passado, você é a única coisa que me faz rir, chorar, ficar no chão acabada e destruída, mas que, ao mesmo tempo, me levanta, enxuga minhas lágrimas, me mata de rir e me reconstrói tão rápido (num simples gesto).


“Passado, um dia você vai entender o quanto és importante para me manter firme.”

Autora: Michelle Guandalim

Adaptações: Michel Carvalho

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Sem Explicações

Chega a ser engraçado (e frustrante) como para certas coisas jamais encontramos uma explicação que nos satisfaça e nos leve a crer que realmente faz sentido tantas justificativas (ou será desculpas?). Há razões que por mais fácil que seja de as entender, é praticamente impossível as aceitar. Talvez isso faça da vida uma estrada de mão dupla onde, enquanto você segue decididamente por um caminho, aparece uma nova razão para suas mais doces fantasias vinda do outro lado, bem à sua frente, passando ao seu lado a toda velocidade. E aí você dá meia volta e fica nessa conversão de rumos sem, às vezes, saber para onde realmente está indo.

Nesse percurso de indefinidas rotas que seguimos buscamos valores que são, em comum, essenciais para todos. Buscamos paz, felicidade, harmonia entre a alma e a mente, buscamos amor, buscamos amar… Buscamos e não paramos nunca de buscar! Buscamos sonhos; buscamos realizar. É em meio a essas buscas, e justamente por causa delas, que nos decepcionamos (muito) quando qualquer tipo de obstáculo se coloca em nosso caminho e nos atrasa ou, pior, nos pára. Decepções que geralmente provém, infelizmente, de outras pessoas (na maioria das vezes pessoas que amamos). Então nos perguntamos “por quê?”, algumas explicações aparecem, algumas desculpas são cuspidas e é aí que percebemos que não foram convicente, que não nos satisfazem e que não aceitamos tais razões (se é que realmente há alguma razão para tanta ausência, para tantas falhas).

E o que fazemos? Mais uma conversão nessa estrada de incógnitas e dúvidas, mas que reserva seus prazeres. Estes pelos quais estamos sempre buscando.

É buscando pelo valor de nos tornamos importantes para alguém, de sermos, de certa forma, um TUDO na vida de uma pessoa, que acabamos nos vendo como um NADA sem valor. É ao querer sermos lembrado que sofremos a dor da expectativa para, no final, chegarmos a conclusão de que fomos repentinamente esquecidos. E assim a vida corre. E assim nós corremos da vida.

Hoje uma alegria viva, amanhã uma dor vivida. Hoje uma doce companhia e, amanhã, um provável amargo abandono. Hoje uma certeza, daqui a pouco uma intensa dúvida. Como eu disse, para certas coisas jamais encontramos explicações que, de fato, explique.

Ao tentar explicar percebemos que nem ao menos sabemos o que queremos dizer, damos um nó na garganta e uma contorcida nos pensamentos. Assim, ao procurarmos nossas falhas acabamos encontrando várias outras. Buscamos entender quem realmente somos, mas no lugar de respostas encontramos dilemas, dúvidas, conflitos ou nem isso, apenas um vazio. Assim, vemos que nossa vida é separada em partes, umas que alguns conhecem e outras que ninguém jamais presenciou. E, ainda sim, continumas a zig zaguear nessa estrada desconhecida, porém de curvas atraentes. Continuamos correndo seja para onde for.

Quer saber? Eu não preciso de explicações para tudo, muito menos de justificativas para o que não se justifica. Preciso apenas viver, seguir e voltar, acelerar e retornar. Não me importa os riscos nem as consequências, mas sim o impagável sabor da brisa batendo no meu rosto quando, por um segundo, tenho a falsa, porém real, sensação de total liberdade para ser quem sou e fazer o que quero. Sem explicações nem justificativas.

Michel Carvalho.

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Necessito

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Necessito de um pouco mais de tempo
para entender de onde se origina esse enorme sentimento

Necessito de um pouco mais de sabedoria
para compreender o motivo da tristeza e aproveitar melhor a alegria

Necessito de um pouco mais de paciência
e quem sabe eu não coloque em primeiro plano a persistência!?

Necessito de um pouco menos de ingenuidade
para destinguir um simples desejo de um sentimendo de verdade

Necessito de mais amor
entender a melhor forma de retribuir esse calor

Necessito de mais malícia
para não me prender em suas tão doces e suaves carícias

Necessito de sentir mais medo
para escapar da tentação do desejo

Necessito de sentir saudades
daquelas pessoas que me amam de verdade

Necessito de realizar…
Necessito deixar de necessitar!

Michel Carvalho.

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Psiu!!!

psiuApresento-lhes a seguir, com uma enorme satisfação, um texto criado pela minha prima a algum tempo atrás. Um texto que, por falar inquestionáveis verdades e trazer preciosas dicas, jamais se tornará antigo ou ultrapassado. Assim como tais parágrafos me revelou uma nova possível escolha de se encarar a vida e abriu a minha mente para novos ângulos, espero que também possa trazer a você, caros amigos e leitores, uma nova sensação; um novo ponto de vista; e, quem sabe, uma certeza de que nem tudo encontra-se perdido, pois quando não se há mais como descer; quando já estamos no fundo do poço, só nos resta a alternativa de subir, seja como for, e, para nosso alívio, Deus estará conosco nesses momentos… “Psiu”, um verdadeiro toque que nos mostra uma mais amena realidade.

Psiu!!!

“Contorne obstáculos para subir montanhas.

Tenha espírito de conquista, pois nada, exceto Deus, é superior a nós, nuncase julgue incapaz e que a hora é tardia.

O que nos faz crescer e amadurecer em mente e espírito são os desafios diários, em que muitas vezes caímos e feridas leves que surgem, se transformam em cicatrizes por toda vida.

Não viva achando que você deve seguir o ponto de vista da sociedade, tenha opinião própria, independente do que os outros irão pensar.

Lembre-se sempre que o mundo dá várias voltas e por isso,se hoje a montanha está difícil de ser escalada, amanhã será um novo dia.

Mas quando chegar ao topo, lembre-se de olhar ao seu redor e observar se alguém está precisando que “você jogue uma corda”, pois aquele que é superior a todos nós, estará sempre observando o seu comportamento com o próximo.

Vamos sempre depender dos outros (direta ou indiretamente), mas procure caminhas com as suas próprias pernas (assim, a vitória será muito mais gratificante).

Admitir os erros é um sinal de sabedoria e progresso.

Vitórias que são conquistadas com desonestidade não são vitórias (são prêmios momentâneos).

Todos os objetivos requerem pequenos e grandes sacrifícios.

Erros fazem parte da vida, escolhas erradas são testes para um provável acerto no futuro. Então não julgue o próximo sem antes fazer uma análise em si mesmo.

Quem pensa antes de falar e agir comete menos erros na vida.

Saber escutar antes de falar é atitude de pessoas que tem a mente aberta para o mundo.

Alguns acontecimentos devem ser guardados apenas para duas pessoas: você e Deus (Ele sim decidirá quem mais deve saber), Ele é nosso melhor ouvidor.

 

 

E jamais nos abandona!

Michelle Guandalim

 

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