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Archive for the ‘Amor’ Category

A Indefinição de Amor

 Imagem retirada do Google.com.br.

O amor não é impossível, mas é delicado, exige um controle emocional como nenhum outro sentimento necessita. O amor é volátil, produto inflamável que oscila ao menor fervor, embora seja tolerante e resistente. É como uma criança que fascina, mas necessita de cuidados, de atenção diária, de alimento, de uma vestimenta capaz de protegê-lo.
Um amor é mais do que uma afirmação, irá sempre além de uma mera expressão e jamais poderá ser definido e contextualizado. Cada um ama à sua maneira e em proporções diferentes. Não há amor igual, há amor que se completa fazendo de duas extremidades uma aliança, com suas imperfeições, mas ainda sim fascinante. O amor é um  tempero forte de sabor suave. Uma certeza que nos é tão imprecisa por nossa exclusiva culpa.
Amor não é só amar. O amor é sofrer e reverter a dor em crescimento, é aceitar que também magoamos e buscar a cura de nossas manias desnecessárias. Amor é o objetivo e, amar, o caminho.
O amor também é raiva, mas que pode ser vencida e controlada por um abraço. O amor não exige recompensa, mas reciprocidade sem medida, sem caracterizar maior ou menor. O que importa é tão somente a presença, o lembrar, o dedicar, o querer. Amor é simples, mas o caminho para seu alcance é complexo. Não é o amor uma conta exata, mas uma equação com inúmeras variáveis e incógnitas. Nem tudo será compreendido, mas no final das contas o resultado não pode ser zero, tem que sobrar amor.

O amor é tudo isso e mais tudo aquilo que você também imagina, é somatória, sempre uma somatória. O amor tem aroma, sabor, trilha sonora. O amor é mais e sempre mais para os que tentam defini-lo, e simplesmente tudo para aqueles que somente o vive.

Por: Michel Carvalho

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Ainda Vale A Pena

Imagem retirada do Google.com

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Eu gostaria de ouvir uma mentira que alimentasse a verdade de que, hoje, amar ainda vale a pena. Uma mentira que me levasse a acreditar que a desconfiança do amor fosse apenas um meio de se forçar a alimentação diária de uma certeza irrefutável. Que não importasse quantas duvidas pairassem sobre nossas cabeças, pois elas jamais resistiriam e seriam sanadas por um simples e inesperado “eu te amo”. Mas falar “Eu te amo” tornou-se vulgar e, sendo assim, por meio da utilização grosseira de tal frase, até mesmo um papagaio ama fervorosamente . Sei que há exceções às regras, como sempre houveram… Difícil é encontrá-las. Mais difícil ainda é acreditarmos que estamos diante uma exceção quando tantas decepções passsadas nos levam a desconfiar até mesmo das mais triviais verdades. Estas que se escondem por detrás do medo temendo a repulsa. Que se flagelam em pequenas meias verdades e formam meias possibilidades e, no final, morrem em forma de meia felicidade.

 
Queria que me fosse cuspido na cara uma razão incontestável e razoável que me levasse a aceitar a maior de todas as contradições que já presenciei: o amor. Algo tão universal, porém aleatório e indiscriminado. A arma de uma única munição da qual nosso coração se vale para acertar um único alvo que parece cada vez mais distante. Mas, se já não fosse difícil o suficiente acertar esse auspicioso alvo com a única bala de que dispomos, também é necessário ser abatido e escolhido por tal alvo. Aqui, o caçador é totalmente dependente da caça e seu consentimento em ser abatido. E é aí, meus caros, que mora a maior contradição e ironia do amor, pois quando atiramos no alvo esperando por ele ser abatido e vivermos duas escolhas em um único caminho, recebemos disparos de todas as direções e horizontes, menos (as vezes arrisco-me a dizer “é claro”) do caminho certeiro e retílíneo que percorreu nossa esperançosa bala. E, se na vida há regras e exceções… Acho que nessa relação amar é a regra e ser correspondido, a exceção!
 
Embora eu tenha por verdadeira a condição imposta e já validada por nós, ora tolos e ora sábios humanos, de que o amor é uma busca por uma metade que não nos pertence, mas nos completa, acredito nas exceções. Acredito que eu possa ser uma exceção… E mais, acredito que podemos fazer da exceção a regra e, da regra, a exceção. Então, seria simplesmente possível fazermos do amar, a regra e, do ser correspondido, a consequência.
 
Gostaria de ouvir as mentiras para ter a chance de expor as verdades… Pois agora sei que amar vale a pena!
 
Michel Carvalho.

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Eternamente Carol

Imagem retirada do Google.com

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Foi naquela noite em que nenhum pensamento fazia sentido que decidi mergulhar no lago doce da imaginação. De olhos fechados planei pela imensidão desse universo solitário onde cada galáxia é um ponto escuro e sem luz esperando por vida. Um céu negro onde estrela cadente é somente o passar ligeiro de um raio de esperança que fortuitamente se perde em um pó cosmico deixando apenas a lembrança de sua breve aparição. Essa é a viagem de um homem cuja dor ainda não se separou do amor.

Porém, toda viagem pede um retorno ao lar, pois toda viagem de estadia prolongada perde o encanto e deixa de guardar a beleza de seus mistérios que nos levam a um futuro regresso para explorá-los. Sendo assim, após desfrutar das dores e amores desta plena e tensa viagem pelo esmo da solidão, resolvi abrir os olhos, retornando ao lar da minha realidade e fazendo planos de minha próxima viagem, agora em busca do meu planetário colorido velado pelas mais reluzentes estrelas, estas que devem refletir a luz do meu sorriso.
Aqui, envolvido pela manta que aqueçe, mas que não é o seu abraço e deitado no sofá que aconhega, mas não é o seu colo, deparo-me, nesse pequeno retângulo que me revela o mundo, com a inteligência que um dia subestimei e hoje me vence; com as palavras que já me foram escassas e hoje dizem mais do que qualquer pergaminho de instrução. Eis o começo de uma nova viagem, uma tentativa de, sem sair daqui, chegar até aí, do outro lado e te tocar com a minha emoção em um beijo silencioso que seja capaz de aquecer sua alma.
Hoje é uma nova noite e, com o advento da madrugada, aprenderei uma nova lição nessa viagem que, mesmo estando no começo do seu possível breve trajeto, me revela os segredos que por raras vezes tive a oportunidade e ímpeto de explorar.
Talvez eu seja um astronauta perdido em seu próprio espaço ou, quem sabe, um marinheiro levantando âncora em busca de um novo cais, um porto-seguro… Um abraço seguro… Um sentimento seguro. Não importa se foguete ou navio, batizarei meu veículo, seja em sua lateral ou proa, com o nome Carol… Eternamente Carol… Destino e motivo de minha viagem.
Se essa viagem guarda seus mistérios e segredos, que estes não sejam poucos a ponto de tornar a viagem breve demais nem muitos que torne suas revelações impossíveis.
Hoje, esta noite, todo e qualquer pensamento, ainda que tolo, faz sentido e por isso mergulho sem medo na realidade. De olhos abertos plano e vago pelo quase inotável espaço de distância que nos separa perante a imensidão do que nos une nessa galáxia de cor e cosmos… De vida! Essa é a viagem de um homem cujo amor, em sua pequena sabedoria, não mais combina com dor!
 
Carol… Eternamente Carol… Destino e motivo de minha viagem.
 
Michel Carvalho
 
 

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Rendo-me…

Imagem retirada do Google.com

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Vamos, apague as luzes e deite-se aqui ao meu lado. Deixe-me sentir o cheiro dos seus cabelos e tocar seu rosto com minhas mãos, ainda aquecidas pelo calor de nosso último beijo. Eu sei que lhe prometi o céu e ainda estamos presos nessa terra de mentiras e ilusões… Mas ainda transformarei nossos sonhos em asas e farei do nosso amor o combustivel em constante combustão. E aí meu amor, o céu não será mais o limite.

Aninhe-se em meu peito nu e faça dele o seu mais confortável e macio leito. Deleite-se em meus braços com graça, de graça até ficar sem graça, com vergonha e também sem vergonha. Brinque comigo, seu brinquedo mais volátil, dinâmico e temperamental… Seu príncipe vestido de jeans e regata… Seu remédio forte, mas de gosto doce.

Mostre-me tua face oculta, sem maquilagens e corretivos. Venha até mim. Venha com tudo que lhe pertence… Com seus desejos e temores, com seus medos e audácias, com suas qualidades e defeitos. Te quero quente e fria, na calma e na ira… seca e molhada, nas manhãs e nas madrugadas… Quero o teu tudo e o teu nada. Quero você e tudo que a ti pertence.

Entregue-se ao amor de corpe e alma. Mais de alma do que de corpo e vice-versa… Cada escolha tem seu momento e cada momento sua prioridade.

Admira-me amar-te tanto e cada vez mais, dia após dia… Será você o astro maior da minha particular galáxia? Pode ser que sim. E quem sabe não sejas um buraco negro preenchendo o espaço e me atraindo com toda a força para dentro de ti? Uma atração inevitável, gostosa… Essencial.

Estou perdido no seu universo….

De todas as leis as tuas são as mais injustas. Sem fórmulas, sem teorias, sem diretrizes, sem exatidão… Apenas um alucinante aprendizado diário que só se adquire vivendo, amando e se entregando.

Apague as luzes, quero aprender mais do que sei… Quero aprender me entregando e morrer me rendendo pouco a pouco.

Michel Carvalho.

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Por que amar?

Por que amar? Dizem que o amor não se explica, não se define e nem se descreve, apenas se vive. Será?  Sinceramente eu não sou adepto desta expressão e não concordo em absolutamente nada com ela. Mas, eu não poderia contrariar uma definição tão divulgada e aceita por uma grande maioria sem apresentar a minha teoria para tal contrariedade. Então, antes de julgarem minha posição, procurem acompanhar minha simplória explicação:

O Homem nasce e cresce acreditando que o amor é o maior de todos os sentimentos e o mais nobre de todos os atos. Disso eu não discordo. Porém, quem já provou deste amor e quem já praticou este tão solene ato de forma pura, verdadeira e sem nenhum tipo de intenção secundária, seja qual for? Claro que refiro-me a um amor entre um homem e uma mulher analisando pelo lado carnal do sentimento e não o amor entre mãe e filho ou de irmãos, estes são inerentes ao Homem.

Ora, se o amor não se explica, por que buscamos tantas explicações para o que os outros sentem, para o que sentimos? Por que perguntamos tantas vezes, ironicamente, “por que você ama alguém como eu?” ou, quando estamos inexplicavelmente furiosos com alguém que ‘amamos’, dizemos “por que eu amo alguém como você?”. Pensei que o amor não exigisse explicações, que tudo fosse uma questao de “te amo porque te amo, só isso”. Bom, possivelmente irá aparecer alguns futuros comentários dizendo: “ah, eu amo de forma pura, jamais trai o meu amor”, então, se alguém comentar algo de tal tipo, por favor, digam se continua com o seu “amor”, com o seu amado e se, antes desse ‘amor’, já o tivera sentido por outro. Ah, mas não se expliquem muito, pois o amor dispensa explicações.

Amor não se define também, certo? Fico imaginando como deve ser ruim sentir algo que não podemos nem ao menos definir – e se não sabemos definir, como sabemos que é amor? Não poderia ser ódio, admiração, atração, desejo etc.? – que não podemos conceituar com convicção sem medo de estar sendo enganado por uma armadilha do coração. Imaginem alguém que se relaciona com você (um namorado, noivo, marido e vice-versa) um dia, em um momento especial, olha em seus olhos e diz: “eu não sei definir o que sinto, mas a amo”. Que segurança isso lhe passaria? Ah, não sei você, mas eu prefiro algo do tipo: “eu a amo porque você me faz sentir um homem completo, porque o que sinto é forte e o defino como indestrutível, inabálavel. A amo porque você simplesmente é a única que me faz ser quem sou e como sou e cada vez de forma melhor” – e você? Prefere um amor sem definição?

E quanto a descrição? Eu gosto de amor descrito de A a Z, mas claro que não abro mão dos mistérios, dos enigmas e das delícias de se descobrir com quem convivemos, mas isso não necessariamente dispensa o ato de termos um amor descrito, narrado todas as manhãs ao acordarmos e vermos aquele rosto angelical ao nosso lado, dividindo a mesma fronha, o mesmo lençol.

O amor se vive? Sim, claro! Mas eu sou do tipo que vive intensamento o que se pode conceituar, definir e descrever. Vivo um amor conceituado como verdadeiro, definido como único e descrito como sólido.

Por que amar? Por que adoro coisas verdadeiras, únicas e sólidas!

Michel Carvalho

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ardenteEm um dia desconhecido, um homem e uma mulher de pensamentos totalmente divergentes acabam se conhecendo por meio de um diálogo virtual. Inexplicavelmente as trocas de pensamentos faz com que ambos, no final, se valam de um único modo nada conveniente de pensar que os levam a um surpreendente fim de noite que promete a certeza de uma fervente e dilacerante lembrança no dia seguinte… Confiram!

Postado a partir da parte da conversa que realmente vale a pena.

Falando de amor…

 Minha eterna musa, Rita Lee, permanece em meu conceito como sendo conhecedora do amor… “Sexo sem amor é vontade”… “Amor é um, sexo é dois”… Prefiro o dois porque é par. Acredito que o amor foi feito para que nós mortais comuns acreditássemos que um dia sua tampa da panela, ou metade da laranja apareceria ou até mesmo um chinelo velho para um pé cansado como minha mãe dizia. Eu deixei pra lá essa teoria, até porque acho que minha tampa da panela enferrujou, meu chinelo velho se quebrou e uma vaca esteja nesse momento chupando a metade da minha laranja.

Eu, por minha vez, sou dotado de uma intensa persistência e fé (não fé religiosa em si, mas fé na vida, no dia “D”). Não acredito que haja um amor constante, inabalável e inatingível como dita os contos de fadas e os romances americanos que dopam mentes sonhadoras, como a minha, mas sei que ele existe e que, em algum lugar; em algum momento, ele surgirá. Talvez eu esteja tentando me iludir com uma falsa expectativa, mas nem só de realidade se vive e fantasias podem trazer a paz que busco nesse momento. Se até lá, até o fim da estrada, eu não encontrar o “meu amor”, irei fantasiar um, não importa.

De fantasias eu entendo, porque eu sempre fantasiei coisas na minha vida. Já fui a princesa no alto da torre, esperando um príncipe no cavalo branco. Um dia caí da torre, rachei a cabeça e o príncipe virou um sapo. Acredito em amores, como o que eu sinto pelos meus pais, amigos, irmãos, meus cachorros e até pelos meus amores perdidos na noite de sampa.

E eu já fui o príncipe montado em um cavalo branco e vestindo meu traje de gala com toda uma elegância exigente para o cargo. Vaguei incansavelmente pelo tempo atrás de minha princesa e, ao chegar em frente ao seu castelo, não vi nenhuma rapunzel jogando suas tranças nem, ao menos, uma branca de neve envenenada esperando imóvel e graciosamente por meu beijo salvador. Não tinha nada disso, apenas vácuo e um dilacerante silêncio. Hoje, sem cavalo e trajando trapos de esperança continuo vagando, mas nao em busca de uma princesa e sim em busca de uma plebeia que saiba dar valor ao pequenos atos e momentos com que a vida lhe presenteia.

Eu sou uma plebéia com vida de uma princesa urbana, que deixou de ter as tranças e passou a ter celular e e-mail, não procuro mais principes, aceito os ogros e os que trajam trapos de desejos e humor, não acredito que as pessoas só são felizes se tem um amor ao lado, acredito aliás que a felicidade é algo que a gente faz, que produzimos, que criamos e que podemos viver de acordo como nossos dias. Eu amo sim, eu amo a vida, eu me amo e sou correspondida, não sou uma cética do amor, e acredito que um dia quem sabe ele vem e me mostra que ele realmente existe, mas enquanto isso não acontece eu me divirto com meus amores, que preenchem minha vida de sorriso, choro, ressaca e uma boa dose de esquisitice.

Eu passei de príncipe a andarilho que caminha sem olhar pra trás. Acho que até deixei minha esperança e intensa fé de lado. Em minhas andanças, “vagabundanças”, vou fazendo o que me dá na telha, encaro, desvio, assobio… Me arrepio. Não virei incredulo, tornei-me mais humano, entrei no jogo. Agora é minha vez de distribuir as cartas, de controlar a situação, de dilacerar corações. Ninguém é inocente nessa insana jornada.

(mais…)

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Sentimentos…

morangoBateu-me aquela vontade de escrever, mas não tenho nenhum tema em vista, apenas quero libertar meus pensamentos sem ter que me preocupar com um início, meio e fim. Apenas quero escrever, não me importando com coesão, coerência e muito menos regras. Quero ver-me livre delas, pelo menos por um instante. Será isso realmente possível? Será realmente possível sermos livres? Livres das regras, das dores, do sistema, dos medos, dos amores, das ilusões… De tudo?
Em certos momentos não me sinto disposto a muita coisa, ou a nada, não se trata de preguiça, mas sim de uma fadiga mental, psicológica, emocional. Enquanto vago pelos meus pensamentos vou percebendo que o mundo não espera por mim, ele avança continuamente deixando para trás tudo e todos que não o acompanham. Em certos momentos eu não o acompanhei, mantive-me estático, frio e, ainda consciente, vi vidas passando, sentimentos morrendo, dúvidas nascendo, esperanças perecendo… Vi, pensei, tentei, mas fiquei!

Então por que ainda estou aqui parado tentando compreender quem sou enquanto há coisas mais importantes a serem feitas? Não sei, mas aí indago o que realmente há de tão importante a ser feito para quem nem ao menos sabe como se sente, o que pensar, o que fazer… Como fazer? Nem ao menos sei quem verdadeiramente sou , o que procuro, e parece que não passo de um simples reflexo de uma mistura de personagens criados em minha mente. Personagens distorcidos e instáveis que estão longe de serem super-heróis de quadrinhos. Personagens sem feições e volúveis, distintos e contrastantes.

Levanto-me sem saber o que será do meu dia, não me entendo, não me reconheço… Paro, olho para o espelho e enxergo diversos contornos, inúmeras personalidades, faço um sorriso diferente do outro a cada dia. Será um novo sentimento, ou será um novo tormento?

Sorria, erga a cabeça, continue em frente… Viva!” diz a personalidade convicta e otimista de uma parte, ainda em desenvolvimento, da minha mente. “Não dá, não posso. Não fuja de si mesmo” retruca uma personalidade indomável com toda uma voracidade inquestionável. O que faço? Vivo ou pereço; luto ou desisto; fujo ou fico?

Os sentimentos são uma teia de aranha, um fio por cima do outro, porém resistente e ao mesmo tempo sensível, são imaginações e projeções de um futuro que nem sempre se cumpre,  às vezes uma falsa profecia.

Já sei…

Vou ler um livro, inventar umas frases, declamar umas sensações, reescrever uns momentos, narrar umas canções, vou criar uma nova história!

Mas, sendo falsas ou não, são dessas profecias que ainda vivo, por elas que ainda luto e delas  que subtraio a minha esperança.

Michel Carvalho

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